terça-feira, 5 de junho de 2012

ORIENTAÇÕES SOBRE SETOR JUVENTUDE DIOCESANO







Dom Eduardo Pinheiro da Silva
Introdução
Recentemente, tem ganhado espaço a discussão sobre a necessidade de criar um Setor Juventude nas Dioceses. As motivações e reações são diversas.
Há pessoas que encaram o Setor como uma solução para todos os problemas com evangelização da juventude na Diocese; outras utilizam o Setor como justificativa para reforçar alguns segmentos de juventude e minar a força de outros; outras, ainda, se fecham a qualquer tentativa de discussão sobre o assunto. Em muitos lugares, há dificuldade de entender exatamente o que seja o Setor, para que serve, como organizá-lo. Porém, observa-se que quando bem apresentada a proposta já começa a ganhar força em muitas Dioceses.
De qualquer forma, a discussão sobre o Setor colocou em foco a evangelização da juventude, especialmente após a aprovação do Documento 85 da CNBB “Evangelização da juventude: Desafios e perspectivas pastorais”. Muitos Bispos, padres, religiosas, agentes de pastoral e lideranças de segmentos juvenis têm solicitado à CNBB que apresente orientações para ajudar as dioceses a organizarem seu Setor.

Este material pretende responder a essa solicitação. Não traz modelos nem uma receita pronta de Setor; apresenta elementos para que as Dioceses reflitam a realidade da juventude e percebam a melhor maneira de organizar suas diferentes experiências de evangelização juvenil.

1 - O que é o Setor Diocesano da Juventude?
Na CNBB, em âmbito nacional, o Setor Juventude é o espaço que articula, convoca e propõe orientações para a Evangelização da Juventude, respeitando o protagonismo juvenil, a diversidade dos carismas, a organização e a espiritualidade para a unidade das forças ao redor de algumas metas e prioridades comuns (CNBB, Doc. 85, n. 193) à luz do documento 85 “Evangelização da Juventude”, das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e do Documento de Aparecida.
Há um Bispo e um assessor responsáveis pelo Setor que, contando com a colaboração de uma equipe colegiada de assessores, respondem pela evangelização da juventude.

Na realidade diocesana, o Setor Juventude é um espaço de comunhão e participação para unir e articular todos os segmentos juvenis diocesanos num trabalho conjunto.

A missão do Setor, nesse sentido, é favorecer a integração e o diálogo, além de propor algumas diretrizes comuns para a evangelização, considerando as necessidades de cada realidade diocesana e as especificidades de cada segmento juvenil (cf. CNBB, Doc. 85, n. 195).
Fazem parte do Setor as experiências de evangelização juvenil existentes na Diocese:
Pastorais da Juventude, Movimentos Eclesiais, Novas Comunidades, Congregações Religiosas que trabalham com juventude, Catequese Crismal, Pastoral Vocacional, Pastoral da Educação, Pastoral Familiar, Pastoral do Adolescente, Pastoral Universitária e outros segmentos eclesiais envolvidos com evangelização juvenil (cf. CNBB, Doc. 85, n. 193 e anexo 5 gráfico C ). Há um processo de envolvimento dessas diferentes forças que exigirá tempo, atenção, acompanhamento, planejamento, acolhida, escuta, discernimento e conversão pessoal e pastoral. Nas Dioceses onde há Centros e Institutos de Juventude, estes também são convidados a fazer parte do Setor.

2 - Por que criar um Setor Diocesano da Juventude?
Ao lado da constatação dos grandes desafios que o mundo juvenil nos apresenta, nos deparamos com a riqueza de propostas evangelizadoras que temos em nossa Igreja. Acreditamos que, na medida em que estas forças estiverem melhor integradas numa pastoral de conjunto, poderemos responder com mais capacidade e resultados a este clamor por vida plena em todas as suas dimensões. Deste modo, o que nos motiva à existência do Setor Juventude é, em primeiro lugar, a realidade juvenil e a missão comum de evangelização que todos os segmentos têm diante do chamado de Jesus Cristo.
A criação do Setor Diocesano da Juventude favorece o diálogo entre os segmentos, a partir de reuniões conjuntas, reflexões comuns e algumas atividades assumidas coletivamente, em especial os eventos com caráter de massa (cf. CNBB, Doc. 85, n. 196). Muitas vezes podemos encontrar dificuldades de integração entre os diversos segmentos de juventude de uma Diocese, com resistências e críticas mútuas às atividades realizadas, jeito de evangelizar, organização, espiritualidade, etc. O Setor, como espaço de diálogo, buscará entender e respeitar a pluralidade que o constituiu, enfrentando os conflitos e valorizando as diferentes forças e potencialidades.
Faz-se necessário cuidar das atividades do Setor, evitando a multiplicação de reuniões para que estas, ao ocupar o tempo das lideranças naquilo que é comum não enfraqueça as organizações que essas lideranças representam. O Setor não substitui a organização própria de cada segmento, nem unifi ca a metodologia, espiritualidade, história...
Cada experiência de evangelização juvenil, mesmo participando do Setor, mantém sua organização e atividades próprias, com a novidade de projetos e eventos assumidos e realizados coletivamente.
Inclusive a diversidade é considerada uma riqueza e precisa cada vez mais ser conhecida, acolhida e valorizada (cf. CNBB, Doc. 85, n. 194-195).
Nas dioceses mais populosas, organizadas por regiões episcopais, foranias, vicariatos ou áreas pastorais é importante que se organize o Setor Juventude nesses espaços. No entanto, a organização do Setor em vicariatos, áreas pastorais, foranias ou regiões episcopais deve ser coordenada por uma equipe central – diocesana - que terá por responsabilidade oferecer e garantir linhas comuns para a evangelização da juventude na diocese.

São objetivos do Setor:
Garantir um espaço de reflexão, discernimento, tomada de posição e celebração conjunta dos diversos segmentos da Diocese frente à realidade juvenil e a nossa missão de evangelização;
Resgatar, no coração de todos, a paixão pela juventude;
Ser expressão eclesial e social da diversidade juvenil;
Fortalecer e ampliar a ação evangelizadora da Igreja;
Favorecer a integração e o diálogo entre os segmentos juvenis da diocese;
Propor algumas diretrizes, metas, prioridades e atividades comuns para a evangelização, considerando as necessidades de cada realidade diocesana e as especificidades de cada segmento juvenil.

3 - Desafios para implementação do Setor:
Para que o Setor seja expressão da pluralidade juvenil, é necessário superar alguns limites e difi culdades:

Falta de clareza quanto à proposta. Mesmo entre as pessoas que reconhecem a necessidade de articulação do Setor, percebe-se dificuldade para entender como isso se daria na prática...
Aí se entende porque há tanta procura por uma “receita” que funcione na Diocese. A clareza sobre o Setor virá como fruto da discussão coletiva a partir da realidade diocesana, com a contribuição dos responsáveis pelos diversos segmentos juvenis, com as orientações do Documento 85, do Setor Juventude da CNBB, dentre outras.
Ausência dos jovens na discussão sobre o Setor. Em vários lugares, a discussão sobre o Setor Juventude tem ficado restrita ao clero, religiosos e assessores adultos. No entanto, a articulação terá sucesso somente se contar com a contribuição dos jovens e adultos envolvidos com as diversas experiências de evangelização juvenil. A convocação para este processo deve motivar os jovens a fazer parte do Setor, numa postura dialógica de ouvir os jovens e considerar a bagagem sobre evangelização juvenil que eles/as trazem.

O Setor como tentativa de criar um “marco zero” na evangelização juvenil da Diocese.
Algumas dioceses têm discutido a criação do Setor Juventude sem considerar a história local de evangelização da juventude. Para tornar o Setor um espaço de comunhão, o processo de criação precisa considerar o que já existe de trabalho juvenil na diocese, sem buscar a homogeneização das diversas experiências.
Estas experiências apresentam limites e problemas, mas sua história e identidade devem ser respeitadas.

Diferentes modelos de organização juvenil.
Os segmentos juvenis não adotam uma forma única de se organizar; as instâncias de representação são diversas. É necessário que o Setor não se torne uma megaestrutura organizativa, nem pretenda substituir a organização própria das Pastorais da Juventude, da Renovação Carismática, dos Vicentinos, dos Focolarinos, das Equipes Jovens de Nossa Senhora, dos Movimentos de Adolescentes, das Congregações Religiosas... O Setor Diocesano da Juventude deve ser espaço de representação, para favorecer a comunhão no trabalho das diversas experiências juvenis.

Diferentes concepções de evangelização.
Embora haja consenso de que o papel de todo segmento eclesial é evangelizar são concepções diversas que fundamentam a prática: a experiência pessoal de Deus, a espiritualidade, a presença cristã no mundo. O Setor Juventude não deve existir para uniformizar as experiências nem suprimir as diferenças; deve, sim, reforçar que o essencial na evangelização é o discipulado e seguimento de Jesus.

Pouco ou nenhum investimento na evangelização da juventude. Muitas dioceses definem em documento que a juventude é uma prioridade, mas, na prática, não disponibilizam tempo, pessoas nem recursos para o trabalho com jovens. A criação do Setor não resolve todas as questões que envolvem a juventude. Para que o Setor funcione é importante que os segmentos juvenis estejam bem organizados, que haja uma equipe de referência com clareza de função e identidade e que esta equipe disponha dos recursos necessários para caminhar junto as juventudes.

Ausência de pessoas para acompanhar a evangelização juvenil. É escasso o número de pessoas dispostas a caminhar com os jovens e capacitadas para acompanhá-los nos processos de Educação na Fé. Para que o Setor caminhe é necessário investir na formação de assessores que reconheçam a diversidade juvenil como riqueza; tenham disponibilidade para acompanhar os jovens e suas organizações; demonstrem maturidade suficiente para, se necessário, mediar conflitos; e estejam dispostos a tornar o Setor um espaço que soma forças para a evangelização juvenil na diocese.

O Setor Juventude como suporte para a evangelização juvenil na diocese:
A reflexão sobre o Setor Juventude possibilita que a Igreja diocesana avalie seu diálogo com os/as jovens, bem como a visão de juventude que tem norteado a ação diocesana. Se as lideranças têm uma visão negativa da juventude, se não acreditam no potencial juvenil é pouco provável que as iniciativas sejam bem sucedidas. Para uma boa ação evangelizadora com a juventude, é fundamental reconhecer que Deus também fala ao mundo e à Igreja através dos jovens.
“A evangelização da Igreja precisa mostrar aos jovens a beleza e a sacralidade da sua juventude, o dinamismo que ela comporta, o compromisso que daqui emana, assim como a ameaça do pecado, da tentação do egoísmo, do ter e do poder” (CNBB, Doc. 85, n. 80). “O jovem é evangelizador privilegiado de outros jovens” (CNBB, Doc. 85, n. 62) e, por isso, Jesus Cristo deve ser apresentado como aquele que “caminha com o jovem, como caminhava com os discípulos de Emaús, escutando, dialogando e orientando” (CNBB, Doc. 85, n. 54).
Segundo o Documento “Evangelização da juventude”, uma das principais atribuições do Setor Juventude é estabelecer algumas linhas pastorais comuns para os diversos segmentos juvenis atuantes na Diocese (CNBB, Doc. 85, n. 195).
“Tanto as pastorais como os movimentos, novas comunidades e congregações religiosas precisam se conhecer mutuamente e, juntos, encontrar seu lugar na Pastoral de Conjunto da Igreja local, em comunhão com as orientações específicas do Bispo Diocesano” (CNBB, Doc. 85, n. 195). O Setor Juventude Diocesano, nesta perspectiva, não é uma “superorganização” para promover muitos eventos e atividades, mas a unidade de todas as forças ao redor de algumas metas e prioridades comuns para a evangelização juvenil (cf. CNBB, Doc. 85, n. 196).
Dito isso, cabe distinguir o que é essencial e o que é secundário nas várias experiências de evangelização da juventude. Por essencial entendemos os elementos constitutivos da evangelização, aqueles que caracterizam a vida cristã; secundárias são as opções que caracterizam o segmento e o diferenciam de outras experiências. Na tradição latino-americana pós Medellín, o fundamental na evangelização é o seguimento de Jesus Cristo em vista do Reino por ele anunciado. Para a Igreja do Brasil, o que é essencial na evangelização está expresso no objetivo geral das Diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2008-2011):

EVANGELIZAR a partir do encontro com Jesus Cristo, como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, participando da construção de uma sociedade justa e solidária, “para que todos tenham Vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10).
Para os Bispos do Brasil, essas orientações expressam o que é a ação evangelizadora. A metodologia para concretizá-la fica em aberto, mas estão definidos todos os elementos essenciais na evangelização: partir do encontro com Jesus Cristo como discípulo missionário; à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, tendo como foco a dignidade da pessoa, a renovação da comunidade e a participação na construção de uma sociedade justa e solidária para chegar ao fim que é a garantia da “vida em abundância” para todos.
Caberá ao Setor Juventude da Diocese definir suas diretrizes e ações comuns a partir deste objetivo, contribuindo para que cada segmento juvenil possa assumir as diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil.
O Documento de Aparecida, iluminando o processo de formação dos discípulos missionários, traz cinco aspectos que ajudam a entender como os jovens caminham no discipulado e seguimento de Jesus: O Encontro com Jesus Cristo, a Conversão, o Discipulado, a Comunhão e a Missão. Compreender a relação desses aspectos com a caminhada de fé dos jovens é fundamental para que o Setor se torne um suporte para a evangelização na Diocese, ajudando os diversos segmentos a ampliar sua ação evangelizadora e favorecer o discipulado juvenil.
Considerando que os Bispos da América Latina e Caribe, reunidos em Aparecida, enfatizaram a importância da vida comunitária o Setor Diocesano da Juventude deve, então, atuar num movimento de mão dupla: favorecer a integração dos grupos juvenis à Igreja/comunidade e, por outro lado, ajudar a Igreja/comunidade a se tornar espaço acolhedor para os/as jovens.
Também é necessário pensar como o Setor poderá dialogar com os outros organismos eclesiais – Conselhos, outras pastorais... – e se articular com organizações juvenis de caráter não eclesial – ONG’s, grupos culturais... Essas organizações podem contribuir para que a ação evangelizadora contemple as várias dimensões da vida dos jovens e responda à pluralidade e dinamismo da juventude.

5 - Orientações práticas para que o Setor Juventude funcione na Diocese:
A responsabilidade primeira de convocação dos segmentos juvenis para articulação do Setor Juventude é do Bispo, juntamente com o Conselho Diocesano de Pastoral. A pessoa de referência para a evangelização juvenil na diocese convoca, coordena e anima a equipe responsável pela articulação do Setor Juventude, em nome do Bispo diocesano.
Reafirmando que não há receita, a CNBB sugere alguns passos para ajudar a Diocese a articular seu Setor Juventude:
a) Fazer levantamento de todos os segmentos juvenis existentes na Diocese, bem como das pessoas diretamente responsáveis por cada um deles.
b) Convocar as lideranças engajadas na evangelização da juventude a contribuir no processo de articulação.
c) Indicar e liberar pessoas para acompanhar o processo até que o próprio grupo defina sua forma e espaços de atuação como Setor Juventude.
d) Realizar reuniões e encontros com lideranças que respondem por estes segmentos. Nestas reuniões ou encontros:

Criar espaços para que cada segmento apresente sua identidade, metodologia de trabalho, atividades realizadas, opções pedagógico-pastorais, paróquias ou espaços eclesiais onde está presente, jovens envolvidos no trabalho, dificuldades enfrentadas, limites percebidos... Estes espaços são privilegiados para que os segmentos juvenis se conheçam reciprocamente e superem os preconceitos e estereótipos que nutrem em relação uns aos outros.

Propiciar tempo de estudo, reflexão e discussão sobre o fenômeno juvenil e sobre as orientações da CNBB para a evangelização, com assessoria capacitada para abordar a pluralidade e especificidade da juventude.
Possibilitar a socialização e troca de subsídios, material utilizado na formação, participação em eventos promovidos pelos diversos segmentos.
Discutir diretrizes comuns e estratégias para superar limites e enfrentar desafios.
e) Definir com o grupo uma estrutura leve e o papel do Setor Juventude na Diocese:

Qual será a composição?
Quantos representantes por segmento juvenil?
Que organograma é mais adequado à realidade diocesana?
Quem coordena?
Por quanto tempo?
Qual a função de cada representante no Setor?
Que metas e atividades podem ser assumidas em comum?
L Qual seria um calendário mínimo de reuniões e atividades?

f) Discutir os aspectos práticos do trabalho do Setor:
Infraestrutura: local, telefone, computador.
Pessoas de referência no Setor e para cada organização de juventude.
Recursos financeiros para material didático, reuniões, outras atividades.

g) Definir a equipe de assessoria e acompanhamento do Setor, com representantes indicados pelos diferentes segmentos juvenis.

6 - Princípios fundamentais para a organização do Setor Diocesano da Juventude:

Motivação, ao invés de imposição: a busca de diálogo com os diversos segmentos, ao invés de impor a criação do Setor. Tal atitude abre mais possibilidades de sucesso na articulação e integração entre eles.
Abertura à diferença: o pluralismo de carismas e metodologias, vivido na unidade, fortalece a ação evangelizadora. As diferenças entre as experiências contribuem para o crescimento de cada uma.
Respeito ao específico de cada experiência: os carismas próprios de cada experiência devem ser respeitados e considerados em suas riquezas e limites.
Postura dialógica em todo o processo: para cumprir seu objetivo de favorecer a comunhão e a unidade, o Setor deve constituir-se como espaço de diálogo entre jovens e adultos, leigos e clero, pastorais e movimentos.
Protagonismo juvenil: o formato do Setor Juventude deve ser dado pelos/as jovens, num processo que considere a experiência evangelizadora deles/as e as necessidades próprias da realidade diocesana.
Eclesiologia de comunhão e participação: a participação no Setor deve fortalecer o sentido de pertença eclesial e de coresponsabilidade sobre a missão evangelizadora da Igreja. Se os jovens se reconhecem como fundamentais dentro desse processo, sentem-se motivados a ser protagonistas na Igreja e no mundo.

A vida dos/as jovens:um caminho de discipulado e missão
É hora de agir. Espera-se que o Setor Diocesano da Juventude, desde sua organização seja testemunho do Evangelho e possibilite o cuidado com a vida dos/as jovens – ameaçada de diversas maneiras.
A Conferência de Aparecida colocou a igreja latino americana e caribenha em estado permanente de missão. Para impulsionar a participação dos/as jovens a Seção Juventude do Conselho do Episcopado Latino-Americano – CELAM propõe um caminho de discipulado e missão: garantir a vida aos nossos jovens. Em atenção a esta convocação, o Setor Diocesano da Juventude, quando bem organizado, dinamizado e com uma consistente proposta, cumpre sua missão cristã na defesa da Vida e Plenitude de nossos povos.
Tempo de missão é tempo de convocar a juventude para semear!!!

terça-feira, 22 de maio de 2012

HOJE É O DIA DO ABRAÇO?


Eis aqui o porquê de eu gostar tanto do abraço:
Primeiro eu tenho em mente aquela passagem da parábola do Filho Pródigo, transcrita pelo Evangelista Lucas no capítulo 15, versículos 11-32, principalmente o versículo 20: “E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou...”
Segundo porque pesquisadores descobriram que temos uma fibra nervosa, a fibra-c, que é responsável pela sensação de prazer de um toque agradável e libera a oxitocina, o hormônio do amor, explicando assim porque um abraço envolvente, caloroso, consegue aliviar até aquela dor que pode ser de um simples machucado ou provocada pela tristeza de uma perda.
Conforme a médica americana Tiffany Filed, da Universidade de Miami, bebês prematuros que receberam três sessões diárias de 15 minutos de massagem terapêutica e carinhosos abraços por um período de duas semanas, ganharam quase 50% a mais de peso do que aqueles cujo tratamento seguiu o roteiro tradicional.
Um abraço, por exemplo, é fundamental na comunicação humana e no estreitamento das relações, ele nos transmite uma sensação de proteção, de segurança, de confiança, de força, de saúde, de autovalorização, entre tantos outros aspectos...
Na internet consta que hoje é o dia do abraço, mas me permitam dizer que para mim, particularmente, tenho que todos os dias é o dia do abraço, por isso, faço tanta questão de recebê-lo e motivo tanto às pessoas a dá-lo, sem também esquecer de dizer... “TU ÉS MUITO IMPORTANTE PARA MIM!”
Assim sendo, sendo ou não esse o Dia do Abraço... eu sei que é dia de abraçá-los e dizer-lhes o quanto são importantes para mim... Obrigado por serem o que são em minha vida...
Um beijo no coração e o meu fraterno abraço com os mais sinceros votos de que fiquem com Deus...
Shalom!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

CASTIDADE E VIRGINDADE


TUDO ME É PERMITIDO, MAS NEM TUDO ME CONVÉM...
E a castidade é uma delas... as pessoas são livres para fazerem o que bem entendem de suas vidas e de seus corpos, porém, em contrapartida também precisam respeitar aqueles que optaram por se manterem castos...
Juventude à flor da pele, a pressão de determinadas pessoas, a influência da mídia, os novos valores adotados pela sociedade, um mundo com uma mentalidade predominantemente impura. Diante disso, o jovem cristão se pergunta: “Será que é possível ser puro?”. Realmente é difícil, muito difícil. Mas não é impossível! (Canção Nova)
Na última JMJ em Madrid milhares de jovens encaminharam seus nomes ao Papa pedindo que os colocasse em oraçao pois optaram por se manterem castos até o matrimônio, porém, que infelizmente o mundo mundano os condena, não respeita a sua liberdade em fazerem essa opção... mas eles sabem o quão bem se sentem assim e o quanto se sentem verdadeiramente livres...
Uma pessoa que opta pela castidade é antes de mais nada uma pessoa especial aos olhos de Deus, da família e de seus irmãos... é uma virtude... nos últimos anos temos tido a graça de ouvirmos cada vez mais de jovens noivos que estão contraindo seu matrimônio que ainda são virgens, que se guardaram assim até aquele momento... isso é uma grande virtude, quantos conseguem?
Porém, também ouço de muitos que gostariam muito de terem se guardado para aquela pessoa com quem realmente resolveram estabelecer o seu novo lar, porém, infelizmente cederam a pressão e as propostas do mundo...
A CASTIDADE A Santidade e a pureza, são virtudes que alcançamos através da luta diária, e por isso não dá para dormir no ponto!
A Palavra de Deus em 1 Pedro 5, 8 nos exorta muito bem sobre isso: “Vigiai e Orai, porque o Demônio esta ao vosso redor como um leão procurando a quem devorar…” Então é preciso estar atento!
Um jovem casto é um jovem forte, cheio de energias para sua vida profissional e moral. É na luta para manter a castidade que o o jovem se prepara para ser fiel amanhã... Castidade: um belo desafio para o jovem /// E a juventude foi feita para o desafio! (Pe.Glebson Priest)   hoje encontramos inúmeros grupos cristãos... “Eu escolhi esperar” – “Santidade/Castidade” – “Nóis no céu” – “O verdadeiro amor espera”, entre tantos outros grupos e comunidades.
De acordo com o teólogo Jason Evert, a castidade é uma virtude, é a fortaleza que uma pessoa tem para usar a sexualidade de acordo com o plano de Deus.
Nos programas vulgares de televisão e nos sites pornográficos, há maldade escondida nas palavras. Nessa confusão toda, como ser casto? São Carlos Borromeu afirma: “é impossível que te conserves casto, se não vigiares continuamente sobre ti mesmo, pois a negligência traz consigo muito facilmente a perda da castidade“.
Ninguém está imune. Como São Gregório disse, “ainda que expulsemos os maus pensamentos que costumam seguir o olhar voluntário, eles deixam sempre uma mancha na alma”.
Assim, a opção é tua, mas nunca esqueças que antes de mais nada é um mandamento de Deus... agora tens liberdade (o livre arbítrio) para decidires...
Pense nisso!
SHALOM!

terça-feira, 15 de maio de 2012

MEU, EU PERDI A CONFIANÇA EM TI!


·         Quantas vezes já ouvimos essa expressão?
·         Quantas vezes já proferimos essa expressão?
Confesso que hoje amanheci um tanto nostálgico... pensativo, cansado mentalmente... Talvez até seja fruto das muitas orientações, dos muitos acontecimentos, fatos, relatos, testemunhos do final de semana. Mas a verdade é que durante toda a manhã, desde a Liturgia das Horas, uma palavra que sempre se fazia presente nessa minha reflexão ou meditação era justamente a palavra “CONFIANÇA”.
Sim, confiança, é ela que sustenta tantas colunas dos valores, tantas famílias, tantos empregos, a saúde, os relacionamentos sejam eles de amizade, de afeto, carinho ou amor... A confiança em nós mesmos nos leva à “autoconfiança” e com relação aos outros um gesto de amor, amizade, reconhecimento, respeito e tantos outros conceitos que é atribuída a uma única palavra: “confiança”.
Lembremo-nos então do que disse Carlos Drummond de Andrade, o qual assegura:
- “A confiança é um ato de fé, e esta dispensa raciocínio.”
Com essa fixação com relação a esse sentimento (CONFIANÇA ou DESCONFIANÇA), lembrei-me de um texto do Quintana sobre o assunto e fui buscá-lo na internet, o qual diz:
“Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.
Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.
As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.
Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você. O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!”
Já o Dalai Lama diz:
“É engraçado como depositamos tanta confiança e tanto sentimento nas pessoas. Em pessoas que achávamos conhecer, mas, que no fim, só mostraram ser iguais a todos. E por esperar demais, sonhar demais, criar expectativas demais, sempre acabamos nos decepcionando e nos machucando cada vez mais.”
Justamente por causa da citação do Dalai Lama que me lembrei e fiquei meditando das tantas vezes em que apostamos todas as fichas em uma pessoa, acreditando ser ali como diz o ditado: “um poço de confiança”, porém, o poço seca, quando não raramente ele vaza e a confiança se vai embora como uma tempestade de verão.
Também há tantas vezes que em decorrência do cotidiano, do excesso de demandas, das quais começamos a não dar vencimento; começamos a faltar eventos; a descuidar com horários; compromissos e pessoas; isso vai gerando uma frustração, uma sensação de incapacidade, com isso perdemos a confiança em nós mesmos. Com isso criamos um estado mental propício à autocrítica, autoavaliações negativas e descrença nas nossas capacidades, aptidões e habilidades. Criamos um estado mental autodepreciativo, que é um misto de lamuria, descrença e autoimagem negativa. Isso tranquilamente nos leva a um sentimento de culpa, a um estado de ansiedade e não raras vezes até a uma depressão.
Pois bem, mas o que fazer frente a isso tudo?
Primeiro, com relação aos outros, uma medida eficiente é clarear todos os fatos, seja através de uma longa conversa, seja através da busca da informação e da verdade, o importante é nós não ficarmos na dúvida ou com o sentimento de culpa em virtude de um pré-julgamento ou em função da sensação de temos realizado um falso julgamento.
Com relação a nós mesmos, é necessário reconhecermos que não somos máquinas, somos seres humanos e nessa condição acertamos, erramos, cansamos, ficamos irritados, enfim somos seres sensíveis e racionais. Não se martirize, não se penalize e na medida do possível mude seu foco, sentimento e pensamento. Motive-se, crie novos hábitos, saia da rotina, troque os móveis de lugar, mude seu papel de parede do computador, ame mais, sorria mais, seja menos azedo, amargo, rancoroso, motive-se e corra atrás dos seus sonhos, mas principalmente fazendo exatamente aquilo que Deus lhe propõe.
Assim, eis aí as perguntas:
·         Tu confias em mim?
·         Mas o quanto tu acreditas que eu confio em ti?
Antes de mais nada continue confiando em Deus! Uma feliz e abençoada meditação...
SHALOM!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O TEU CAMINHAR INDICA O TEU FIM...


Somos livres para escolhermos o caminho, mas também temos que ter consciência que esse caminho nos leva a um fim... para onde estás caminhando? O que pensas com relação à tua vida? Família? Trabalho? Amizades? Céu ou inferno? Como tu julga as pessoas que te rodeiam, te cercam que de uma ou outra forma participam de tua vida? Te ajudando ou te colocando no mau caminho...
Hoje confesso estar bastante cansado, motivo pelo qual vou fazer uma adaptação de um texto de Roberto Shinyashiki: Ao dar espaço para seus sentimentos, progressivamente, seu hábito de julgar as pessoas é substituído por uma capacidade de experimentar as próprias sensações e as dos outros. Sua bondade faz com que as interpretações habituais deem lugar à compreensão. Então, começa a maior de todas as aventuras.
Os heróis de verdade abrem as portas de seus sentimentos e permitem aos outros descobrirem sua fragilidade. Quando ele aprende a abrir seu coração, a falar de suas feridas e a ter humildade para assumir seus sentimentos, pode receber o carinho que lhe faltou na infância.
As feridas da alma nunca são curadas com sexo, comida ou poder, e sim com carinho, atenção, paz.
Quando você se permite pedir ajuda a alguém, está a caminho da felicidade. Ao perguntar ao filho como pode viver melhor, ao ouvir e valorizar a voz da pessoa amada, então, começa a ser feliz.
A bondade é fundamental para a felicidade. A generosidade é fruto da capacidade de sermos ricos de espírito. O indivíduo mesquinho é o ser mais pobre que existe, pois cobra até os centavos da vida. Mesmo quando, dominado por seu coração, tem um gesto generoso, no momento seguinte é dominado por sua mesquinhez e cobra o que fez. Sua vida é uma infindável conta bancária, com créditos e débitos. O bondoso, ao contrário, tem sabedoria para saber que existem atos que precisam ser perdoados, principalmente as dívidas do coração. Não perca a oportunidade de ser bondoso consigo mesmo.
Não perca também a chance de ser bom com os outros. Muitas vezes, as pessoas não se dão conta das oportunidades que têm de dar amor. Esperam a ocasião de criticar os outros, mas não têm nenhuma expectativa de dar amor e dizer coisas boas a respeito deles. É importante que não desperdicemos as oportunidades para mostrar o quanto somos ricos espiritualmente e quanto amor temos no coração. É importante deixar que as pessoas percebam a riqueza de nosso interior.
A rosa não escolhe para quem vai exalar seu perfume. Não seja simpático só com seu chefe, pai, filho, esposa, marido, amigo... Seja generoso com todas as pessoas! Generosidade não é apenas dar presentes. Seja generoso pedindo desculpas, elogiando, dando carinho, importando-se com as pessoas.
É muito bonito quando a gente sente prazer em proporcionar felicidade aos outros. Quando o sucesso implica sucesso para os outros, todos ficam felizes com seu êxito. Mas, quando o seu sucesso significa derrota para os demais, estes sentirão inveja de você. É muito triste não ter um amigo para comemorar as vitórias.
Você faria algo diferente se descobrisse que hoje é seu último dia de vida?
O quê? Pediria desculpas para alguém? Declararia seu amor? Agradeceria a alguém? Faria uma dessas coisas?
Então, o que você está esperando para fazer isso já?
Está esperando descobrir que hoje é seu último dia de vida?
Não perca essa oportunidade, transforme-se agora. Seja justo com quem foi ou é justo contigo. Seja fiel, correto, integro... dê e peça perdão... permita às pessoas se explicarem, darem a sua versão... não prejulgue ninguém...
Alguém em algum momento apareceu em tua vida e a mudou completamente? Tirou de um rumo, de uma estrada, de um sentido que hoje observando era para o mal, para coisas ruins, para os desacertos que a vida apronta? E como tens agradecido e reconhecido a ação dessa pessoa? Já a agradeceu alguma vez? Já lhe escreveu sobre isso? Já lhe mandou flores?
E se hoje fosse o último dia de vida dela? Ou o seu? Não perca essa oportunidade, seja justo com quem foi justo contigo, com quem transformou tua vida para melhor... se teu orgulho, vaidade, egocentrismo, ... não permitem é porque precisas melhorar... não esqueças para se percorrer uma longa distância é preciso o primeiro passo, então dê, coloque-se em movimento... dê o seu primeiro passo...

Pense nisso! Seja justo... seja bom, correto e íntegro... de imorais o mundo está cheio...
SHALOM!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

CONFIANÇA, AMIGOS e AMIZADE!



O LENHADOR, O BEBÊ E O LEÃO...
Um lenhador tinha um bebê e um leão em casa, o leão servia como guarda do bebê. ...
O lenhador ouvia conselhos de pessoas que diziam: o leão vai matar seu filho quando ele sentir fome!
Mas a sua confiança no animal era muito grande.
Certo dia quando o lenhador chegou a casa e encontrou o leão com a boca cheia de sangue.
No desespero o lenhador suou frio e sem pensar, acertou o machado na cabeça do leão, matando-o.
Ao entrar no quarto, encontrou seu filho dormindo, salvo, e ao lado do berço havia um urso morto.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros digam a respeito.
MEDITAÇÃO:
Quantas vezes condenamos as pessoas que realmente nos amam, que cuidam da gente, que nos protegem, as condenamos por coisas que “ouvimos dizer”?
Quantas vezes as pessoas se esfolam, se machucam, ficam doentes em virtude da exposição ao julgamento do mundo para nos protegerem e não raras vezes são as primeiras que condenamos, abandonamos ou matamos?
Quantas vezes não nos damos conta que demos às costas justamente para aqueles que se arrebentaram nos segurando na beira do poço?
Quantas vezes aqueles que nunca nos traíram, foram contra todos que diziam que era para nos soltar, diziam que era para nos abandonar, que o que merecíamos era justamente o fundo do poço, são justamente as pessoas que condenamos à morte na primeira possibilidade de terem errado conosco?
Quantas vezes os verdadeiros amigos são abandonados no momentos em que mais precisam da gente? Porque já não estão tão alegres; já não nos acompanham mais em nossas festas; parecem azedos, de mal com o mundo... mas paramos para perguntar porque estão assim?
Não seria justamente essa a hora de retribuirmos tantas as vezes que deixaram de fazer algo para cuidarem da gente?
Quantas noites mal dormidas ouvindo nossos lamúrios?
Quantas vezes encharcamos seus ombros com as nossas lágrimas?
Quantas vezes convidamos essas pessoas para posarem conosco, quando elas não estão bem?
CUIDADO! NÃO MATEM O LEÃO, SEM AO MENOS TÊ-LO DADO O DIREITO DE DEFENDER-SE... SEM AO MENOS DÂ-LO A OPORTUNIDADE DE NOS MOSTRAR OU NOS DIZER A VERDADE...
SEJA JUSTO COM O TEU AMIGO! SEJA AMIGO DO TEU LEÃO! CUIDE BEM DO SEU AMIGO/IRMÃO...
FICA A DICA!
SHALOM!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

TU JÁ PARASTE para pensar sobre o valor da amizade?


Às vezes uma única pessoa surge em nossa vida e a transforma completamente... Chega por ordem de Deus, pois só Ele consegue fazer uma mudança de rumo tão radical em nossas vidas...
Por isso mesmo um amigo é um anjo... porém, há anjos do bem e do mal, nós é que decidimos qual deles vai influir em nossos rumos e em nossos caminhos...
Às vezes nos encontramos preocupados, ansiosos, com um milhão de problemas, em volta há situações complicadas, nos sentindo meio que perdidos quando de repente aparece essa pessoa em nossas vidas...
Consegue descobrir valores, talentos, gostos que nem nós mesmos sabíamos que tínhamos...
Nos tira de um caminho tortuoso, perigoso, com riscos, sombrios, frios e nos coloca num caminho claro, arejado, cheio de luz e de vida...
Quantas vezes são esses amigos que nos fazem sorrir quando tínhamos vontade de chorar, mas a sua simples presença traz de volta o sol a brilhar em nossa vida...
·        ALGUMA PESSOA JÁ MUDOU A TUA VIDA ASSIM?
·        E ONDE ELA ESTÁ HOJE?
·        PERTO? LONGE?
·        A relação é igual? É diferente? Sim, não... Por quê?
Temos que aprender a olharmos para trás e reconhecermos os amigos que fizeram mudar o nosso existir... Pois um amigo de verdade pode mudar nosso dia e fazer os problemas se tornarem pequenos, pelo simples fato de estarem sempre presentes em nossa vida e dispostos a compartilhar de todos os momentos, sejam esses bons ou ruins...
·        O QUE TU TENS FEITO PARA PRESERVAR UMA AMIZADE ASSIM?
·        TENS ALIMENTADO?
·        TENS CULTIVADO?
·        TENS FEITO O QUE DEUS PROPÕE?
·        HÁ QUANTO TEMPO TU NÃO DÁS UM ABRAÇO BEM APERTADO NESSE AMIGO?
·        HÁ QUANTO TEMPO TU NÃO MANDAS UMA MENSAGEM E DIZ O QUANTO SIGNIFICOU NA TUA VIDA?
·        HÁ QUANTO TEMPO TU NÃO LHE PROPÕE UM LANCHE, UM POSÃO, UM PROGRAMA DE FINAL DE SEMANA?
·        E QUANDO AS ADVERSIDADES DA VIDA VOLTAREM, QUANDO A CURVA DA FELICIDADE TIVER SEU MOMENTO DE DECLINIO... QUEM VAI ESTAR LÁ?
NUNCA ESQUEÇAS:
A amizade não tem preço, ela é cultivada e preservada dia a dia, isso não depende do que temos, mas do que representamos para nossos amigos com sinceridade e amor sempre...
Não raras vezes é longe dos amigos que começamos a nos perder novamente... perdemos o foco, a fé, a esperança... começamos a ouvir maus conselhos... a fazermos tudo aquilo que já havíamos nos comprometido conosco mesmo em não fazer mias: voltamos para o mundo mundano; as orgias; a bebida; o sexo; o ficar por ficar; os prazeres momentâneos; voltamos a usar as pessoas e a deixar que nos usem, trocamos momentos por uma vida...
E SE ONTEM, POR UM MOTIVO OU OUTRO ALGO TE AFASTOU DE UM AMIGO... AH! ISSO FOI ONTEM, HOJE É UM NOVO DIA, VAI LÁ E RECOMEÇA TUDO DE NOVO... PORQUE O AMOR QUE É AMOR NUNCA MORRE, APENAS A CHAMA FICA UM POUCO ENFRAQUECIDA COM O QUE LHE COLOCAMOS NA FRENTE... ENTÃO TIREM DA FRENTE TODOS OS OBSTÁCULOS QUE SE FIZERAM PRESENTES, SUPERE TUDO E SEJAS FELIZ...
PENSE NISSO!
SHALOM!